Dino diz que PF abriu inquérito para investigar a morte de Heloísa

O ministro de Justiça e Segurança Pública (MJSP) afirmou que ainda não pode decidir sobre instituições envolvidas no óbito da menina Heloísa

Por Letícia Cotta-
2 Min
Dino diz que PF abriu inquérito para investigar a morte de Heloísa
Vinícius Schmidt/Metrópoles

ministro de Justiça e Segurança Pública (MJSP)Flávio Dino, se manifestou nas redes sociais após a morte da menina Heloísa dos Santos Silva, 3 anos, neste sábado (16/9). Ela havia sido baleada na coluna e na cabeça durante uma ação da Polícia Rodoviária Federal (PRF), em Duque de Caxias, no Rio de Janeiro, no começo deste mês.

Ele adiantou que a Polícia Federal (PF) elaborou um inquérito policial, que será encaminhado ao 
Ministério Público Federal (MPF) e à Justiça.

foto colorida da criança heloisa de 3 anos baleada pela PRF - Metrópoles
foto colorida da criança heloisa de 3 anos baleada pela PRF - Metrópoles

Fotografia colorida de Heloísa dos Santos criança de apenas 3 anos de idade que morreu baleada por um agente da PRF
Fotografia colorida de Heloísa dos Santos criança de apenas 3 anos de idade que morreu baleada por um agente da PRF

Dino afirmou que a responsabilidade do crime está em apuração desde sexta-feira (8/9), data do crime.

A PRF também elaborou uma nota de pesar sobre o assunto, divulgada pelo ministro, na qual presta condolências e solidariedade à família da menina.

Veja a manifestação do ministro:

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes também se manifestou sobre o assunto nas redes sociais, demonstrando indignação com a morte da menina Heloísa.

Caso Heloísa

Heloísa estava em um carro de passeio com os pais, a tia e uma irmã, quando o veículo passou a ser perseguido por uma viatura da PRF. Os policiais atiraram contra o carro, e a criança foi atingida na coluna e na cabeça.

A perseguição aconteceu em uma via expressa na altura do município de Seropédica (RJ). Os policiais alegaram que o carro tinha registro de roubo, mas o pai da criança alegou que havia comprado o automóvel recentemente e não sabia da irregularidade.

Os policiais foram imediatamente afastados da PRF, e o Ministério Público do Rio de Janeiro pediu a prisão deles.


FONTE: https://www.metropoles.com
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