21/06/2023 às 20h06min - Atualizada em 21/06/2023 às 20h06min

É FESTA - ZOMBARIA OU CERTEZA DA BAGUNÇA FAZ PREFEITO FESTEIRO TORRAR QUASE 1MILHÃO EM MENOS DE 3HORAS

JHC PAGA PAGA R$ 980MIL A GUSTAVO LIMA

Redação
deolhoalagoas.com.br
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Quem imaginava o recuo do gestor JHC em relação aos absurdos e exorbitantes 'gastos financeiros' praticados nas contratações artísticas para os festejos juninos na capital alagoana - contratações artísticas - entenda-se: 'amigos do rei' -, quebrou a cara. O deboche e a certeza da não importunação dos agentes e dos órgãos fiscalizadores parece ditar o ritmo das artimanhas da equipe municipal. Enquanto milhões são ofertados aos contratados "artistas midiáticos", artistas locais ficam apenas no 'cheirinho' dos cachês na ordem de 50% (cinquenta por cento) - salvo engano -, a que os artistas locais teriam direito. Ou seja, foram de água a baixo, levado no verdadeiro "banho-maria", diante da inércia ou má-fé de quem deveria fiscalizar e não o faz. Com a palavra, o presidente da casa de Mário Guimarães.

Print Termo de Ratificação

Em mais um Termo de Ratificação da FMAC, - rotina na gestão atual - ficou claro, a pouca preocupação ou quase nenhuma do prefeito João Henrique Caldas com os comentários oriundos dos segmentos da sociedade civil ou de alguns mecanismos por ela utilizados. Nada mais, nada menos do que a pechincha no valor de R$ 980,000,00 (novecentos e oitenta mil reais) por uma simples apresentação de um super 'POPSTAR' por nome de Gustavo Lima, esse que, outrora, estivera envolvido em polêmicas de contratos milionários durante o período pandêmico e chuvoso em cidades desprovidas até mesmo de recursos emergenciais para atendimento e socorro aos seus municípes e dos meios básicos para proporcioana-lhes dignidade humana, a exemplo do município de TEOLÂNDIA, no sul da BA, enquanto milhares de brasileiros pereciam e seus familiares ficavam reféns das sequelas deixadas pelo vírus (Covid-19) e pelas fortes chuvas que caíram naquela região, no final de 2021. Mesmo assim, os inconsequentes, dentre eles, supostas autoridades condutoras de mentiras e sanguessugas do erário público, com rótulos de "moralistas, honestos e patriotas sob o lema 'Deus, pátria e família', buscavam usurpar sonhos e alimentar a indústria da miséria ao som do sertanejo, com valores exorbitantes e totalmente fora da realidade financeira da região.

E não parou por aí, em Conceição do Mato Dentro - MG, a 167km de belo Horizonte, com uma população de aproximadamente 17.438 mil habitantes
, a artimanha artística do POPSTAR também foi alvo de críticas e cancelamento de show devido ao alto custo percebido pelas autoridades, no mínimo, com exames de vistas em dia. Por lá, além do barganha de R$ 1.2milhão, a prefeitura local teria que que pagar hospedagem de 40 pessoas da equipe do cantor "no melhor hotel da região" e se responsabilizar com os gastos diários de alimentação, fixados, à época, em 4mil. Sem esquecer da logística com transporte dos músicos, técnicos, produção e para a beldade.

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Coincidência ou não, parece que o período chuvoso atrai os desejos indissolúveis do POPSTAR por fechar contrato com clientes 'chapa branca' via dinheiro público, isso, facilitado claro, pela insensatez de gestores que abrem mão de zelar, cuidar e gerir bem os recursos de um município, preferindo festejar e gastar a bel-prazer, sempre com a justificativa de "retorno aos cofres públicos', dos valores investidos. Balela!

Pois bem! Diante de todos os acontecimentos, publicações, chamamento publicitário, etc e etc...., uma dúvida insiste em limitar a nossa percepção sobre a capacidade cognitiva dos atuais EDIS em tomarem decisões pertinentes ao tema. Além é claro, sobre qual o tipo de colírio, máscaras tapa olhos ou venda nos olhos - como queiram chamar -, que os órgãos e agentes fiscalizadores estão se utilizando para não enxergarem - a grosso modo - , a condução e os arranjos financeiros promovidos pelo todo poderoso e 'Instocável' JHC.

Que existe parlamento, sim, sabemos disso. Agora, parlamentares mirins comprometidos com os anseios da população, isso ao que parece, já é outra história. Na verdade, paira no AR a sensação de estarem - os coniventes -  mais preocupados com os holofotes das chamadas CEIs - Comissões Especiais de Inquérito (enchem linguiças e sopas de letrinhas), entregas de comendas bizarras pautadas em critérios, no mínimo, estranhos ou inoportunas, em alguns casos. Já outros, com a veiculação de notícias relevantes, a exemplo dos Kits Robóticas e dos empresários de sucesso e idealizadores do MILAGRE DA MULTIPLICAÇÃO com livre acesso a órgãos do governo federal, a exemplo da comunicação e da saúde, também, no governo dos supostos moralistas e patriotas. Será que a pressão atual pelo comando das pastas citadas faz sentido?

De início foi o carnaval - não o local - mas, o carioca com direito a feijoada, liberação de R$ 8milhoes para a Beija-flor e uma única constatação relevante: a existência de um carnavalesco em Maceió, nada mais. Hoje, o São João está sendo usado como argumento para justificar o vazamento de dinheiro público via goteira municipal, infelizmente, atestado por seu gestor, o 'Instocável' JHC.

Esperamos que a dinâmica e o ritmo de liberação de verbas públicas em períodos festivos não chegue a Lapônia, lá na Filândia. Já imaginaram os custos para a contratação e o deslocamento do trenó, das renas e do bom velhinho?

Dinâmica, criativa, festeira e com visão midiática quando os recursos têm origem nos tributos dos cidadãos e não nos seus. Essa é a turma JHC de fazer acontecer e Maceió ficar cada vez mais MASSA.

Por: Jornalista Marcos Souza

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