01/03/2024 às 13h52min - Atualizada em 01/03/2024 às 13h52min

Cariani e esposa guardavam R$ 1,2 milhão em dinheiro vivo em casa, diz PF

Influenciador fitness é réu por tráfico de drogas, associação ao tráfico e lavagem de dinheiro

Redação Terra
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O influenciador Renato Cariani. Foto: Instagram/Reprodução/@renato_cariani / Estadão
Resumo:
  • Réu por tráfico de drogas, Cariani armazenava R$ 1,2 milhão em dinheiro vivo em 2022 enquanto sua empresa química era investigada por desvio de insumos para produção de drogas.
O influencer fitness e empresário Renato Cariani, réu por tráfico de drogas, associação ao tráfico e lavagem de dinheiro, e sua esposa, Tatiane, armazenavam cerca de R$ 1,2 milhão em dinheiro vivo no ano de 2022, período em que a Anidrol, empresa química de Cariani, já era alvo de investigação por alegações de desvio de insumos destinados à produção de crack e cocaína.   

De acordo com apuração do Metrópoles, os dados fazem parte do inquérito da Polícia Federal (PF) que fundamentou a denúncia do Ministério Público de São Paulo (MPSP) contra Cariani e quatro sócios dele na Anidrol. O montante foi oficialmente declarado pelo casal à Receita Federal no mesmo ano.

Cariani é um dos sócios da Anidrol, empresa de produtos químicos que estaria ligada aos desvios de fenacetina, acetona, éter etílico, ácido clorídrico, manitol e acetato de etila. Além dela, também estaria no radar da PF a Quimietest, que não tem sede própria e seria um dos braços da Anidrol.

Segundo a Polícia Federal, as investigações revelaram que o esquema abrangia a emissão fraudulenta de notas fiscais por empresas licenciadas a vender produtos químicos em São Paulo.

Foram identificadas 60 transações dissimuladas vinculadas à atuação da organização criminosa, totalizando, aproximadamente, 12 toneladas de produtos químicos (fenacetina, acetona, éter etílico, ácido clorídrico, manitol e acetato de etila), o que corresponde a mais de 15 toneladas de cocaína e crack prontas para consumo.

As investigações revelaram, ainda, o uso de interpostas pessoas e a constituição de empresas fictícias para ocultar e dissimular a procedência ilícita dos valores recebidos.

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