25/02/2024 às 11h44min - Atualizada em 25/02/2024 às 11h44min

AGU mira notícias falsas disparadas por Damares Alves sobre pedofilia

"Os marajoaras merecem respeito e um tratamento digno de todo o Poder Público. O Governo Federal está empenhado em apurar denúncias sérias para desarticular redes de tráfico humano e exploração sexual e infantil em todo o território nacional", escreveu Messias em suas redes sociais.

Por Redação - de Brasília
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A ex-ministra e senadora eleita Damares Alves (Republicanos-DF) responde a processo judicial © Fornecido por Correio do Brasil
Advogado-geral da União (AGU), o ministro Jorge Messias anunciou, neste sábado, que acionou a Procuradoria Nacional da União de Defesa da Democracia (PNDD) para identificar os disseminadores de desinformação sobre casos de pedofilia contra crianças da Ilha de Marajó.

"Os marajoaras merecem respeito e um tratamento digno de todo o Poder Público. O Governo Federal está empenhado em apurar denúncias sérias para desarticular redes de tráfico humano e exploração sexual e infantil em todo o território nacional", escreveu Messias em suas redes sociais.

"Protejamos as nossas crianças sem a propulsão de notícias falsas!", destacou o advogado-geral da União.

Fake news

O Ministério dos Direitos Humanos, comandado pelo ministro Silvio Almeida, acionou a AGU para a adoção de providências sobre a possível atuação de grupos organizados na disseminação de notícias falsas sobre o arquipélago.

A investigação surge em meio à viralização da música ‘Evangelho de Fariseus’, da cantora gospel Aymeê, que menciona violações de direitos humanos no arquipélago, misturando verdades e mentiras sobre o local. A ex-ministra de Jair Bolsonaro e atual senadora, Damares Alves (PL-DF), usou o vídeo da cantora gospel para reforçar o seu argumento. A polêmica, no entanto, não é recente.

Em 2022, Damares Alves já havia sido acusada de disseminar informações falsas sobre supostas práticas de tortura e mutilação de crianças no Marajó, o que, segundo investigações do Ministério Público Federal, não encontrou respaldo na realidade.


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